quarta-feira, 24 de junho de 2015

A nostalgia da cidade, casas antigas entre predios novos.
As ruas de pedra, seus monumentos antigos, grandes historias.
A calmaria da manhã, o vento movimenta os eucaliptos verdes longe.
As paredes guardam memorias e hoje eu sei porque ele escolheu viver seus ultimos dias aqui.

Cansado de chorar pelas estradas, exausto de pisar mágoas pisadas.
Hoje eu carrego a cruz das minhas dores.

Augusto dos Anjos


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