A nostalgia da cidade, casas antigas entre predios novos.
As ruas de pedra, seus monumentos antigos, grandes historias.
A calmaria da manhã, o vento movimenta os eucaliptos verdes longe.
As paredes guardam memorias e hoje eu sei porque ele escolheu viver seus ultimos dias aqui.
Cansado de chorar pelas estradas, exausto de pisar mágoas pisadas.
Hoje eu carrego a cruz das minhas dores.
Augusto dos Anjos
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