sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Tempestade

Voltando ao mundo dentro do balão, ventos ventos ventos ventos nao soprem essa merda, deixa essa porra cair como deve por que eu gosto de ter o prazer de mandar todo mundo se fuder!
Vento, para de soprar por que o tempo nunca muda e eu estou buscando as nuvens de chuva perdendo meu precioso tempo enquanto eu poderia estar deitada no sofá assistindo as tragedias alheias.
Vento vento me deixa protagonizar as minhas.
Todo mundo ja sabia que eu nao prestava e nao tenho vergonha na cara, vento vento foi por isso que me emprestaram o balão.

Errei o tempo todo e repito repito repito repito e repito.
Porra de cabeça, explode!
Eu sei a soluçao, eu tenho a soluçao mas a bola de neve desce arrastando tudo e eu quebro as pernas, nao pego logo o lança chamas!

Vento vento vento, vê se dá um tempo ou tras logo a merda da tempestade.
Sacode logo e me joga no chão, destrói o balão que eu arrumo um jeito de pagar outro depois.
Vai vento, dá um tempo!

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