segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Vira-noite em vira-copos

Algumas garrafas jogadas no mato e a roupa ja tava manchada de vinho. Depois que a mente travou voltamos aos risos e gargalhadas.
Eu sempre sou a unica louca que topa a parada até o ultimo instante do flou.
Eles sempre me chamam pra dança mas eu gosto de rock, garrafas de vida e de boas letras pra cantar. Nós nao fazemos silencio na madrugada a gente rola na grama e deita no chão, borra a maquiagem, se descabela e grita.
As meninas não são sexy, não fazem pose mas sabem se cuidar. Elas também fumam, bebem e cheiram na noite, beijam os pais e escolhem a quem mais querem beijar.
Vão vadiar por que a vida trouxe pra cada um de nos um pouco mais de rock pra precisarmos roubar, roubar a cena no centro da cidade por que qualquer lugar é nosso e podemos entrar. 
Sempre fazemos bagunça e quando chega a hora nunca trancamos as portas, saímos pra juntar um pouco mais de força pra hora que outra canção nos balançar.

Um beijo de vampiro e a gente volta pra casa antes do sol retornar.

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